quarta-feira,
28
de

Florencia Bonelli - Série Índias Brancas - 01 ao 02

Índias Brancas - 01
Esta é uma história de índios, ataques e mulheres cativas. Mas também de brancos desejosos de estender a chamada «civilização» ao longo e largo país. De uma família que guarda zelosamente segredos que irrompem com força nos momentos mais inesperados. De uma sociedade pacata que não perdoa aos que ousam transgredir suas normas. E de pessoas, poucas, que se animam a tomar o caminho de seus desejos mais profundos. Índias Brancas é, sobre tudo, a história de um amor que não conhece limites.
Em 1870, Laura Escalante, uma mulher de linhagem irrepreensível, comete um grave erro: apaixonar-se por um índio, o ranquel Nahueltruz Guor. No longínquo sul de Córdoba, perto do país dos Ranculches, o amor que se professam encontra seu lugar. Mas não por muito tempo. Um sem-fim de forças antagônicas se oporá a esta relação: a Igreja, a família de Laura, seu eterno pretendente, o próprio mundo. Laura sabe que o desafio é enorme, mas guiada pela lembrança de sua tia Blanca Montes (cativa do cacique Mariano Rosas) lutará por converter-se em outra Índia Branca.

A Volta do Ranquel - 02
Dizem que os índios jamais esquecem uma ofensa, e que tudo o que têm de agradecidos e humanitários, têm-no de rancorosos e vingativos. E embora Lorenzo Rosas se vista à última moda parisiense e fale três línguas, em seu íntimo segue sendo Nahueltruz Guor, o ranquel que seis anos atrás jurou destruir a culpada de sua infelicidade: Laura Escalante. 
Na sociedade portenha ela é conhecida como a viúva de Riglos, uma mulher formosa, rica, inalcançável. Proprietária de uma editoria, compara-se ideologicamente com figuras do calibre de Sarmiento e Mansilla e escreve um folhetim que mantém em vigília muitas leitoras. A ela são atribuído, além disso, vários casos, o mais ressonante com o general Julio Roca, que se prepara para sua conquista dos índios. Mas o certo é que, atrás dessa imagem de mulher fatal, Laura esconde uma alma sensível e um coração destroçado. 
O rancor de Nahueltruz parece tão profundo como o amor que ela sente por ele. Em meio dessa luta de vontades poderosas, os fantasmas do passado reaparecem para complicar a situação e interpõem novos obstáculos e mal-entendidos. Poderá Nahueltruz vencer o ódio que o domina e perdoá-la? Sua felicidade e a de Laura dependem da resposta. 
Amparada em um manejo impecável de intriga e em uma força narrativa envolvente, Florência Bonelli ata e desata em Índias Brancas os fios de uma trama palpitante destinada a deixar rastros fundo na lembrança de seus leitores.

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